28 de abril de 2011

COMENTANDO

O QUE PODEMOS FAZER ....

Passei a tarde de ontem abrindo mais de 30 sites que falassem da sogra. Fiquei deveras injuriado porque afinal também sou sogra.
Procurei saber quem criou  tal homenagem e  as respostas foram as mais hilárias: um genro babão , o diabo, algum louco etc.
Os  humoristas desenham aquelas mulheres gordas e envelhecidas e  criam nomes  científicos para as  sogronis.
"Não sei porque há 5 anos meus genros  só enviam o mesmo presente para mim. E na sala muitos caixões de defunto”.
Aqui jaz a minha sogra bem segura a mais de 7 palmos debaixo da terra. E por aí  vão as homenagens.
Por que  é tão difícil    essa relação? Os tempos mudaram e tanto sogras, quanto noras e genros caminham por estradas bem mais inteligentes, caminham  mais livres e capazes de entenderem-se à luz do diálogo e das diferenças.
Não há como confundir amor de filho e amor de esposa. Amor de genro e amor de nora. São amores sim, mas diferenciados pelos interesses individuais e coletivos.
A mãe quer a felicidade do filho ou da  filha. O filho ou a  filha também querem ser felizes. E ambos  ficam num amor   diferente  desejosos de  unir o que as vezes não há como construir  tal união.
São exigências desnecessárias. São fofocas e desconfianças, são ciúmes  tolos , mesquinharias , ingratidões que  surgem e criam espaço para  não mais haver olhar de encantamento e de carinho.
Dia da sogra, não aproveitar para chacotas, mas para refazer amizades e fortalecer outras.
A propósito homenageie  hoje aquele que você escolheu para ser sua sogra.

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